Arquivo Histórico: Revista Spartacist No. 1

Esta revista, inédita em português, foi a primeira publicação da Liga Espartaquista, grupo de membros expulsos do SWP americano e que formavam nele a Tendência Revolucionária. Reivindicamos sua atuação e trajetória política entre o início dos anos 1960, quando é formada a tendência, até o fim da década de 1970, quando o grupo se degenera. A revista foi originalmente publicada em fevereiro-março de 1964.

Capa de Spartacist No.1

Índice

-> Expulsões no SWP
-> Notas Editoriais
-> A Esquerda Ante o Assassinato de Kennedy
-> Castro em Moscou
-> Rumo ao Renascimento da Quarta Internacional

Atualização no Arquivo Histórico: Venezuela

Adicionamos dois materiais sobre a Venezuela e o chavismo / bolivarianismo ao nosso Arquivo Histórico. Eles foram originalmente publicados pela então revolucionária Tendência Bolchevique Internacional (IBT), na década de 2000, e ajudam a entender o que foi o governo Chávez e o projeto bolivariano (que hoje encontra-se em profunda crise), além de expressarem uma linha socialista revolucionária, de independência de classe, em relação a essa força política. Em breve publicaremos uma análise própria sobre a atual crise política venezuelana.

Por uma federação socialista da América Latina! Venezuela: Estado e revolução, dezembro de 2005

O marxismo e a “Revolução Bolivariana”. Venezuela e a esquerda, abril de 2008

Leia também: Acerca do plebiscito venezuelano de 2004. Princípios e Táticas, dezembro de 2005

Resposta à Luta Marxista

Resposta à Luta Marxista

Junho de 2017

Em junho de 2013, a Luta Marxista (LM), um grupo trotskista do Rio Grande do Sul, escreveu um texto intitulado Resposta a Icaro Kaleb (http://lutamarxistablog.blogspot.com.br/2013/06/resposta-icaro-kaleb.html). O título fazia referência ao nome de um companheiro do Reagrupamento Revolucionário (RR) e tecia críticas a comentários informais feitos por este companheiro numa postagem da LM no Facebook, divulgando o texto A frente única segundo a Liga Comunista (26/05/2013). Em seguida, criticava posições políticas presentes em textos do RR. A escolha do título citando um militante (e não o nosso grupo), assim como a reprodução de comentários individuais feitos no Facebook e que tinham um caráter claramente informal (e não de declaração pública da organização) não fazem parte do nosso método de debate. Também não pudemos deixar de notar que a LM não disponibilizou nenhum link para o nosso site ao longo do seu texto, dificultando aos leitores terem acesso à nossa formulação original. De qualquer forma, é para nosso demérito que não tenhamos respondido anteriormente à crítica da LM, diante das várias outras tarefas que foram colocadas para nosso grupo nesse meio tempo. Mas, como diz o ditado, antes tarde do que nunca. Por isso, tomaremos essa oportunidade para responder a tal crítica, ponto a ponto. (Os extratos do texto da LM estão em negrito).

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Defend Muslims! Asylum for refugees! Build a revolutionary workers party!

Joseph Donnelly, June 2017.

 

 

 

 

 

 

 

 

On Saturday, June 10th, a group called “ACT for America” put out nationwide calls for a “March Against Sharia” in numerous U.S. states and cities. Under the guise of fighting against reactionary Sharia Law, these people and the fascists who have readily joined their marches are really in a fight against innocent Muslims and refugees from the Middle East, the latter which exist solely because of the world’s number one terrorist force — U.S. imperialism — which continues day-after-day of fighting against the international working class and all oppressed peoples.

In New York City, the “anti-Sharia” protestors carried signs that said, “No more Muslims” along with pro-Trump banners and U.S. flags. Screeching right alongside them were people carrying white supremacist flags and one particularly vile flag which had written on it “anti-communist action” in the style of the traditional anti-fascist action flag but with a yellow flag and a helicopter with a man being thrown out of it — a clear reference to “death flights,” a form of execution that had been used extensively by both the U.S.-backed Pinochet regime in Chile and the military dictatorship in Argentina. While backing those regimes, and a whole host of other grotesque regimes, the U.S., despite the “liberty” it claims to uphold, is also a long-time ally of the most reactionary Islamists, whether that be modern Saudi Arabia or the historical anti-Soviet “holy warriors,” the Mujahideen, which included Osama Bin Laden in its ranks.

While the majority of Trump supporters and Trump himself are not fascists, there is a significant and dangerous number of fascists who have rallied to his side, and they are a threat to workers and the oppressed everywhere — and so we must mobilize against them everywhere they are to be found. In fighting against fascism and all bigotry, we say, “Defend Muslims! Asylum for refugees!” But we cannot stop with just those simple demands: a fight for those demands must go hand-in-hand with the fight for socialist revolution, the only long-lasting solution to the barbarism that capitalist-imperialism creates. For that, we need a working-class vanguard party that fights to build a communist society. Therefore, we also demand, “Build a revolutionary workers party!”

Os ataques da burguesia aos trabalhadores

Terceirização irrestrita e “reformas” trabalhista e da previdência

Os ataques da burguesia aos trabalhadores

Pablo Pedrosa, junho de 2017 

Logo no início do ano, o golpista Michel Temer anunciou como prioridade uma série de medidas “antipopulares” (leia-se, de ataque à população). As principais delas eram a legalização da terceirização irrestrita e as “reformas” (na verdade, contrarreformas) trabalhista e da previdência. Com o apoio de boa parte dos parlamentares, conivência da justiça, apelo na mídia e a ânsia da burguesia brasileira, o golpista quase não enfrentou dificuldades entre os meios “oficiais” para levar adiante seus ataques.

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The Death of Kim Jong-Il and the Future of North Korea (2012)

The Death of Kim Jong-Il and the Future of North Korea

Rodolfo Kaleb. Originally published in Portuguese, in February 2012. One or more excerpts were left out of the present version.

[Photo: EPA]

North Korea, one of the last countries in the world with a bureaucratically planned economy, has a new “Supreme Leader” to substitute Kim Jong-Il, who passed away at the end of 2011: the bureaucrat’s own son, Kim Jong-Un. This is the second transition in the leadership of the North Korean state bureaucracy that rests upon Kim’s family. The Kims and the whole layer of privileged state bureaucrats that they represent have one of the most tightly controlling regimes of the world. At the same time, the hatred of the bourgeois media against North Korea is not due to that. Capitalists – from New York to Paris, from London to Tokyo – have never refrained from giving support to many tyrannical governments, as long as they were subservient to them. Their intrinsic hate against North Korea, and their strong support to the South Korean capitalists, is explained by the class structure of that country.

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Falsa acusação da Liga Quarta-Internacionalista do Brasil contra o Reagrupamento Revolucionário

No último dia 03 de maio, o Reagrupamento Revolucionário enviou uma carta à  Liga Quarta-Internacionalista do Brasil (LQB) e ao Internationalist Group dos EUA (IG) –  ambos membros da Liga pela Quarta Internacional / League for the Fourth International – solicitando a correção de uma falsa acusação feita contra nós em um recente artigo da LQB, no qual afirmam que capitulamos à candidatura liberal-burguesa de Marcelo Freixo (PSOL) a prefeito do Rio de Janeiro na eleições passadas. Como a LQB / IG optou por nos ignorar, ao invés de corrigirem seu erro, publicamos tal carta para que prevaleça a verdade quanto à nossa posição. Reforçamos que não é através de calúnias que se realizará o necessário debate entre a esquerda.

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New sections on our anglophone historical archive

We added two new sections to our anglophone historical archive:

CHINA

POLAND and Solidarnosc

Balanço do dia 28 de abril

28 de abril: o que foi e como impedir que tenha sido em vão

Maio de 2017

Imagem: G1

O dia 28 de abril no Brasil foi significativo como o dia em que a classe trabalhadora entrou em ação com seus métodos históricos de luta (paralisações, piquetes, bloqueios de rodovia) audaciosamente contra a onda de ataques de Temer e do Congresso (“Reforma trabalhista”, “Reforma da Previdência” e lei da terceirização). A lista das categorias paralisadas é impressionante: muitos setores industriais, do transporte, do comércio e de serviços básicos cruzaram os braços e saíram às ruas [1]. Segundo estimativas gerais, no mínimo 30 milhões teriam deixado de trabalhar (a CUT diz 35mi, a Força Sindical 40mi). E, por mais que os dados ainda estejam muito incompletos, seguramente muito mais de um milhão tomou as ruas em todo o país, incluindo todas as capitais. Diante disso, surge a oportunidade de derrotar os ataques da classe dominante contra os trabalhadores, e que estes emerjam como fator político no vácuo de poder (“crise de representatividade”) que vive o país, espaço que até então vinha sendo ocupado apenas pela direita organizada e aspirantes a “salvador da pátria” [2].

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International statement – In Defense of Syria, China and North Korea

US Imperialism Strikes Again

In Defense of Syria, China and North Korea! Only an international socialist revolution can guarantee peace!

Originally published in Portuguese on April 23, 2017.

On April 6, Trump ordered a missile attack against a Syrian military base. It was the first American attack against a Syrian government target, since until now the United States had been bombing only targets of the fundamentalist group Islamic State. Trump’s decision came after statements by the US intelligence service, quickly reproduced by major media outlets around the world, that Assad’s government was responsible for a chemical attack that killed about 80 people in the Idlib province – which the Syrian government denies, blaming the armed opposition instead. While it is impossible to know at the moment which statement is true, the imperialists are experts in making excuses to justify attacks and military actions against other countries – as in the case of Iraq’s nonexistent “weapons of mass destruction”.

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Declaração internacional – Defender a Síria, China e Coreia do Norte!

O imperialismo americano estica suas garras

Defender a Síria, China e Coreia do Norte! Para garantir a paz, lutar pela revolução socialista internacional!

Abril de 2017

Em 6 de abril, Trump realizou um ataque com mísseis contra uma base militar síria. Trata-se do primeiro ataque americano contra um alvo do governo sírio, dado que, até o momento, os Estados Unidos vinham realizando bombardeios apenas contra alvos do grupo fundamentalista Estado Islâmico. A decisão de Trump se deu após afirmações do serviço secreto americano, rapidamente repercutidas pelas grandes empresas de mídia mundo afora, de que o governo Assad seria o responsável por um ataque com gases químicos que matou cerca de 80 pessoas na província de Idlib – responsabilidade essa que o governo sírio nega, culpando a oposição armada a seu regime. Embora seja impossível saber no momento qual afirmação é a verdadeira, os imperialistas são especialistas em inventar desculpas para justificar ataques e empreitadas militares em outros países – lembremos das inexistentes “armas de destruição em massa” do Iraque.

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“O caminho é a luta e não as eleições”: novo giro do PSTU

O caminho é a luta e não as eleições”: novo giro do PSTU

Cartaz utilizado pelo PSTU

Por Pablo Pedrosa, abril de 2017

Ziguezagues entre uma linha reformista e uma com aparências de revolucionária são a marca maior de organizações centristas. Depois de passar mais de um ano bradando por “Eleições Gerais para por para fora todos os corruptos”, o PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados) parece ter abandonado essa palavra de ordem, que já não aparece em seus textos principais desde os fins de 2016. Em recente editorial do jornal Opinião Socialista, o partido simplesmente se esqueceu de seu passado recente e defendeu que:

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English Historical Documents Section Update

We call our readers’ attention to the recent additions to our Historical Documents section:

Another Cuba? What Next for Nicaragua?
For Workers and Peasants Government – Not Bourgeois Sandinista Junta!
Spartacist League, August 1979

SWP/USec Criminal Tailism
[Iran:] History Takes its Vengeance
Spartacist League, September 1979

El golpe de Estado en Paraguay (2012)

El golpe de Estado en Paraguay

Originalmente publicado en portugués en julio del 2012, como “Acerca de los recientes eventos en Paraguay”.

Uno de las muchas protestas contra el golpe contra Fernando Lugo [blog Paraguay coltra el Golpe]

ERRATUM (04/03/2017): A pesar de la posición fundamentalmente correcta de oponerse a la destitución de Fernando Lugo (por ser un movimiento reaccionario de la burguesía paraguaya) sin dar ningún apoyo político al entonces presidente del gobierno, o al movimiento por su regreso al poder, nuestro texto es un poco vago acerca de la caracterización del proceso. Al igual que hicimos inicialmente en el juicio político de Dilma Rousseff en Brasil en 2016, no caracterizamos la medida como un golpe de Estado, porque hemos considerado erróneamente que esto implicaba necesariamente un movimiento de las fuerzas armadas (tal como se expresa en el texto).

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Partido Obrero (Argentina) e a colaboração de classes com a burguesia

Partido Obrero (Argentina) e a colaboração de classes com a burguesia

Por Icaro Kaleb

Partido Obrero em Buenos Aires, 2006 [Foto: Candelaria Lagos/Télam]

O artigo que segue foi originalmente publicado em fevereiro de 2013, como parte de uma polêmica sobre as incoerências do Partido da Causa Operária (PCO, Brasil) ao criticar outras organizações brasileiras por capitularem a governos e coligações eleitorais de colaboração de classes, ao mesmo tempo em que reivindicam como correto o apoio que eles próprios deram à coligação encabeçada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) nas eleições presidenciais de 1989 e 1994, a qual já agregava alguns setores significativos da burguesia [1]. Nessa polêmica, apontávamos as raízes dessa capitulação do PCO à colaboração de classes no legado programático do Partido Obrero da Argentina, dirigido por Jorge Altamira, com o qual o PCO manteve relações por muitos anos [2]. Pequenas modificações foram feitas para a publicação desse texto como material separado do restante do original.

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Partido Obrero (Argentina) y la colaboración de clase con la burguesía

Partido Obrero (Argentina) y la colaboración de clase con la burguesía

Por Icaro Kaleb

Partido Obrero en Buenos Aires, 2006 [Foto: Candelaria Lagos/Télam]

El artículo que sigue fue originalmente publicado en portugués, el mes de  febrero del 2013, como parte de una polémica sobre las incoherencias del Partido da Causa Operária (PCO, Brasil) al criticar a otras organizaciones brasileras por capitular a gobiernos y coligaciones electorales de colaboración de clases, al mismo tiempo en que reivindican como correcto el apoyo que ellos mismos dieron a la coligación encabezada por el Partido de los Trabajadores (PT, que gobernó el Brasil del 2003 hasta el golpe del 2016) en las elecciones presidenciales de 1989 y de 1994, la cual ya agregaba a algunos sectores significativos de la burguesía [1]. En esa polémica, apuntábamos las raíces de esa capitulación del PCO a la colaboración de clases en el legado programático del Partido Obrero de la Argentina, dirigido por Jorge Altamira, con el cual el PCO mantuvo relaciones por muchos años [2]. Pequeñas modificaciones fueron hechas para la publicación de ese texto como material separado del restante del original.

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A resposta da esquerda dos EUA a Trump e as eleições de 2016

A resposta da esquerda dos EUA a Trump e as eleições de 2016

Colaboração de classes e a importância do programa revolucionário

Por Joseph Donnelly, originalmente publicado em inglês em março de 2017.

Protesto anti-Trump em Los Angeles, 12 de novembro de 2016 [Foto: laweekly.com]

Em 20 de janeiro, Donald J. Trump fez seu juramento para se tornar o 45º Presidente dos Estados Unidos. Sua campanha eleitoral, lançada formalmente em 16 de junho de 2015, se tornou o centro das atenções de muitos ativistas políticos, preocupados com os rumos do país sob sua gestão. Para muitos apoiadores do Partido Democrata, bem como de outros agrupamentos liberais, Donald Trump aparentou ser uma ótima forma de agregar pessoas à sua causa – segundo eles, se você não escolher um liberal Democrata (como Hillary Clinton), você estará escolhendo Trump. Já fazem pelo menos uns cem anos que os revolucionários tem se confrontado com esse tipo de lógica, de escolher o “mal menor”. E nós sempre apontamos que se trata de um argumento para dar apoio a forças burguesas – levando a desarmar e a desmobilizar a independência das lutas de classes. Ainda assim, muitas pessoas e organizações que se reivindicam revolucionárias caem nesse conto.

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Revista Reagrupamento Revolucionário n. 09

É com alegria que anunciamos a nossos leitores e leitoras o lançamento de mais uma edição da revista Reagrupamento Revolucionário. É possível ler online, através dos links do sumário abaixo, baixar a versão PDF, ou obter a versão impressa com nossos militantes. Boa leitura!

Reagrupamento Revolucionário n. 09
Download (PDF)

LEIA ONLINE


CONFIRA TAMBÉM, APENAS EM NOSSO SITE:

The Response of the U.S. Left to Trump and the 2016 Election

The Response of the U.S. Left to Trump and the 2016 Election

Class Collaborationism and the Importance of Revolutionary Program

By Joseph Donnelly, March 2017.

Anti-Trump march in Los Angeles, November 12, 2016 [Photo: laweekly.com]

On January 20th, Donald J. Trump was sworn in to become to the 45th President of the United States. Formally launched on June 16, 2015, Donald Trump’s campaign had been the center of many political activists’ attention who worry about what Trump’s America would look like. For many Democrats and other liberal political bodies, Donald Trump seemed to be the perfect rallying cry to their cause – if you don’t choose the liberal Democrat (like Hillary Clinton), you’re choosing Trump, or so the argument goes. Revolutionaries, like ourselves, have dealt with this “lesser evil” argument for hundreds of years. And always, we state, it is an argument for giving political support to bourgeois forces, leading to the disarming and demobilization of independent class struggles. Still, many nominally revolutionary persons and organizations give into it.

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A esquerda ante a crise brasileira

Estratégia revolucionária versus ilusões na institucionalidade burguesa

A esquerda ante a crise brasileira

Por Icaro Kaleb e Marcio Torres, março de 2017.

Protesto pelo “Fora Temer” na Av. Paulista (São Paulo), 04 de setembro de 2016. Na foto é possível ver faixas de diferentes grupos, com alguns dos eixos aqui debatidos. [foto: Portal da RMC]

Recentemente nós do Reagrupamento Revolucionário publicamos um artigo de análise da atual conjuntura nacional, que é marcada, de um lado, por uma profunda crise política nas instituições burguesas, com lutas intestinas ocorrendo nos bastidores, e, por outro, pela existência de uma sólida “frente única” da burguesia e seus representantes institucionais em relação aos duros ataques à classe trabalhadora. Também abordamos elementos preocupantes, como o crescimento da extrema direita, e a ausência até o momento de um instrumento capaz de unificar e expandir a resistência proletária e popular a tais ataques. Em tal artigo, realizamos algumas polêmicas pontuais com análises e posições da esquerda das quais discordamos e apresentamos o que encaramos serem os elementos básicos de um programa classista e revolucionário ante a atual conjuntura. (Ver A crise política brasileira e a necessidade de um programa classista e revolucionário, fevereiro de 2016: https://rr4i.milharal.org/2017/02/16/a-crise-politica-brasileira-e-a-necessidade-de-um-programa-classista-e-revolucionario/).

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