Update on the Historical Documents section: Venezuela

We have added three materials on Venezuela and Chavismo / Bolivarianism to our Historical Archive. They were originally published by the then revolutionary International Bolshevik Tendency (IBT) in the 2000s and help understanding what was the Chávez government and the Bolivarian project (which today is in deep crisis), as well as expresses a revolutionary socialist line of class independence in relation to this political force. Soon we will publish an English translation of our analysis of the current Venezuelan political crisis (Venezuela em chamas. A crise do chavismo, a oposição direitista-imperialista e a necessidade de uma saída socialista revolucionária, July-August 2017, in Portuguese).

For a Socialist Federation of Latin America! Venezuela: State & Revolution. Originally published in 1917 No. 28, December 2005

On the 2004 Venezuelan Referendum. Principles & Tactics. Originally published in 1917 No. 28, December 2005.

Marxism & the ‘Bolivarian Revolution’. Venezuela & the Left. Originally published in 1917 No. 30, April 2008.

Panfleto: A situação política no Brasil

[Reproduzimos a seguir um panfleto produzido pelo Reagrupamento Revolucionário para dialogar com a nossa classe. Ele combate as falsas alternativas burguesas para crise em que nos encontramos e inclusive a ilusão de que novas eleições, no atual sistema, serão capazes de reverter a situação a favor dos trabalhadores. Em vez disso, propõe métodos de luta da classe proletária para derrotar os ataques imediatos do governo Temer e da burguesia: greves, piquetes, manifestações e organização nos locais de trabalho e moradia. Defendemos também um programa que aponta a necessidade de superar o capitalismo e instaurar um poder da classe trabalhadora.]

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La Muerte de Kim Jong-Il y el Futuro de Corea del Norte

La Muerte de Kim Jong-Il y el Futuro de Corea del Norte

Por Rodolfo Kaleb. Originalmente publicado en portugués, en febrero del 2012. Uno o más extractos quedaron fuera de la presente versión.

Corea del Norte, uno de los últimos países de economía burocráticamente planificada, tiene un nuevo “Líder Supremo” para sustituir Kim Jong-Il, que murió al final del 2011: el propio hijo del burócrata, Kim Jong-Un. Esta es la segunda transición en el lideranzgo de la burocracia estatal norcoreana dentro de los marcos de la familia Kim. Los Kim y toda la camada privilegiada de burócratas de Estado que ellos representan tienen uno de los regímenes más cerrados del mundo. Al mismo tiempo, el odio de las televisiones, periódicos y otros medios de comunicación burguesa contra Corea del Norte no se explica por este hecho. Los capitalistas, de Washington a Paris, de Londres a Tokio, jamás dejaron de prestar apoyo a muchos gobiernos tiranos del mundo, desde que fuesen subordinados a ellos. Su odio intrínseco contra Corea del Norte, y el apoyo enfático a los capitalistas surcoreanos está en la estructura de clase de aquel país.

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Los revolucionarios y las elecciones burguesas

Los revolucionarios y las elecciones burguesas: apuntes teóricos

Septiembre del 2016

[Este texto fue originalmente escrito como una colaboración a la discusión interna del Reagrupamiento Revolucionario sobre cuál posición tomar en las elecciones brasileñas del 2016. Posteriormente a la discusión, fue expandido y adaptado para publicación.]

En Brasil, la izquierda posee un fuerte enfoque en las elecciones burguesas, muchas veces priorizando el calendario electoral en detrimento del fortalecimiento de luchas populares y de los trabajadores. Eso fuerza a grupos pequeños como el nuestro, actualmente incapaces de tener algún impacto en el proceso electoral, a afirmar sus posiciones y a diferenciarse de la tendencia general de diseminación de ilusiones en las elecciones, como una vía para mudanzas decisivas para el proletariado.

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Socialist Revolution: the Solution to Climate Change

Protest against the construction of Dakota Access Pipeline, 2016.

Below we are sharing a short pamphlet on climate change which was produced for potential militants who attended a meeting of 350.org, a bourgeois environmentalist organization which members of Socialist Action have joined in large numbers. While they dominated the meeting, effectively running it, they never dared to advocate the necessity of a socialist revolution and the importance of fighting to build a vanguard party. In stark contrast to much of the left, we understand that tailing liberal environmentalists and trying to reform their organizations is a failing strategy for combating climate change. It will take a socialist revolution to permanently deal with it.

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Venezuela em chamas

A crise do chavismo, a oposição direitista-imperialista e a necessidade de uma saída socialista revolucionária

Foto: El País

Por Marcio Torres, julho-agosto de 2017.

Durante a última década, a Venezuela atraiu a atenção – e a admiração – de parte significativa da esquerda, que se empolgou com a retórica socialista de Hugo Chávez e com seu projeto “bolivariano” de transformação do país, que despertou a fúria de setores da burguesia nativa e do imperialismo estadunidense. Desde a morte de Chávez, em março de 2013, e a eleição de seu então vice para o cargo de presidente, em abril seguinte, o país tem passado por uma deterioração econômica e uma crescente crise política, que no presente ano assumiu ares explosivos. O que foi o chavismo e o que realmente almejava o projeto bolivariano? A Venezuela está em transição para um “socialismo do século XXI”? O que se passa nesse momento e como tem reagido a esquerda socialista? Essas são algumas das questões que pretendemos abordar a seguir.

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Declaración internacional – Defender a Siria, China y Corea del Norte!

El imperialismo americano extiende sus garras
Defender a Siria, China y Corea del Norte! Para garantizar la paz, luchar por la revolución socialista internacional!

Original de abril del 2017

El 6 de abril, Trump realizó un ataque con misiles contra una base militar siria. Se trata del primer ataque americano contra un albo del gobierno sirio, dado que, hasta el momento, Estados Unidos venía realizando bombardeos a penas contra albos del grupo fundamentalista Estado Islámico. La decisión de Trump se dio después de las afirmaciones del servicio secreto americano, rápidamente repercutidas por las grandes empresas mediáticas mundo afuera, de que el gobierno Assad sería el responsable por un ataque con gases químicos que mató cerca de 80 personas en la provincia de Idlib – responsabilidad que el gobierno sirio niega, culpando a la oposición armada a su régimen. Aunque sea imposible saber en el momento cuál afirmación es la verdadera, los imperialistas son especialistas en inventar disculpas para justificar ataques y contratos militares en otros países – recordemos las inexistentes “armas de destrucción en masa” de Irak.

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Arquivo Histórico: Revista Spartacist No. 1

Esta revista, inédita em português, foi a primeira publicação da Liga Espartaquista, grupo de membros expulsos do SWP americano e que formavam nele a Tendência Revolucionária. Reivindicamos sua atuação e trajetória política entre o início dos anos 1960, quando é formada a tendência, até o fim da década de 1970, quando o grupo se degenera. A revista foi originalmente publicada em fevereiro-março de 1964.

Capa de Spartacist No.1

Índice

-> Expulsões no SWP
-> Notas Editoriais
-> A Esquerda Ante o Assassinato de Kennedy
-> Castro em Moscou
-> Rumo ao Renascimento da Quarta Internacional

Atualização no Arquivo Histórico: Venezuela

Adicionamos dois materiais sobre a Venezuela e o chavismo / bolivarianismo ao nosso Arquivo Histórico. Eles foram originalmente publicados pela então revolucionária Tendência Bolchevique Internacional (IBT), na década de 2000, e ajudam a entender o que foi o governo Chávez e o projeto bolivariano (que hoje encontra-se em profunda crise), além de expressarem uma linha socialista revolucionária, de independência de classe, em relação a essa força política. Em breve publicaremos uma análise própria sobre a atual crise política venezuelana.

Por uma federação socialista da América Latina! Venezuela: Estado e revolução, dezembro de 2005

O marxismo e a “Revolução Bolivariana”. Venezuela e a esquerda, abril de 2008

Leia também: Acerca do plebiscito venezuelano de 2004. Princípios e Táticas, dezembro de 2005

Resposta à Luta Marxista

Resposta à Luta Marxista

Junho de 2017

Em junho de 2013, a Luta Marxista (LM), um grupo trotskista do Rio Grande do Sul, escreveu um texto intitulado Resposta a Icaro Kaleb (http://lutamarxistablog.blogspot.com.br/2013/06/resposta-icaro-kaleb.html). O título fazia referência ao nome de um companheiro do Reagrupamento Revolucionário (RR) e tecia críticas a comentários informais feitos por este companheiro numa postagem da LM no Facebook, divulgando o texto A frente única segundo a Liga Comunista (26/05/2013). Em seguida, criticava posições políticas presentes em textos do RR. A escolha do título citando um militante (e não o nosso grupo), assim como a reprodução de comentários individuais feitos no Facebook e que tinham um caráter claramente informal (e não de declaração pública da organização) não fazem parte do nosso método de debate. Também não pudemos deixar de notar que a LM não disponibilizou nenhum link para o nosso site ao longo do seu texto, dificultando aos leitores terem acesso à nossa formulação original. De qualquer forma, é para nosso demérito que não tenhamos respondido anteriormente à crítica da LM, diante das várias outras tarefas que foram colocadas para nosso grupo nesse meio tempo. Mas, como diz o ditado, antes tarde do que nunca. Por isso, tomaremos essa oportunidade para responder a tal crítica, ponto a ponto. (Os extratos do texto da LM estão em negrito).

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Defend Muslims! Asylum for refugees! Build a revolutionary workers party!

Joseph Donnelly, June 2017.

 

 

 

 

 

 

 

 

On Saturday, June 10th, a group called “ACT for America” put out nationwide calls for a “March Against Sharia” in numerous U.S. states and cities. Under the guise of fighting against reactionary Sharia Law, these people and the fascists who have readily joined their marches are really in a fight against innocent Muslims and refugees from the Middle East, the latter which exist solely because of the world’s number one terrorist force — U.S. imperialism — which continues day-after-day of fighting against the international working class and all oppressed peoples.

In New York City, the “anti-Sharia” protestors carried signs that said, “No more Muslims” along with pro-Trump banners and U.S. flags. Screeching right alongside them were people carrying white supremacist flags and one particularly vile flag which had written on it “anti-communist action” in the style of the traditional anti-fascist action flag but with a yellow flag and a helicopter with a man being thrown out of it — a clear reference to “death flights,” a form of execution that had been used extensively by both the U.S.-backed Pinochet regime in Chile and the military dictatorship in Argentina. While backing those regimes, and a whole host of other grotesque regimes, the U.S., despite the “liberty” it claims to uphold, is also a long-time ally of the most reactionary Islamists, whether that be modern Saudi Arabia or the historical anti-Soviet “holy warriors,” the Mujahideen, which included Osama Bin Laden in its ranks.

While the majority of Trump supporters and Trump himself are not fascists, there is a significant and dangerous number of fascists who have rallied to his side, and they are a threat to workers and the oppressed everywhere — and so we must mobilize against them everywhere they are to be found. In fighting against fascism and all bigotry, we say, “Defend Muslims! Asylum for refugees!” But we cannot stop with just those simple demands: a fight for those demands must go hand-in-hand with the fight for socialist revolution, the only long-lasting solution to the barbarism that capitalist-imperialism creates. For that, we need a working-class vanguard party that fights to build a communist society. Therefore, we also demand, “Build a revolutionary workers party!”

Os ataques da burguesia aos trabalhadores

Terceirização irrestrita e “reformas” trabalhista e da previdência

Os ataques da burguesia aos trabalhadores

Pablo Pedrosa, junho de 2017 

Logo no início do ano, o golpista Michel Temer anunciou como prioridade uma série de medidas “antipopulares” (leia-se, de ataque à população). As principais delas eram a legalização da terceirização irrestrita e as “reformas” (na verdade, contrarreformas) trabalhista e da previdência. Com o apoio de boa parte dos parlamentares, conivência da justiça, apelo na mídia e a ânsia da burguesia brasileira, o golpista quase não enfrentou dificuldades entre os meios “oficiais” para levar adiante seus ataques.

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The Death of Kim Jong-Il and the Future of North Korea (2012)

The Death of Kim Jong-Il and the Future of North Korea

Rodolfo Kaleb. Originally published in Portuguese, in February 2012. One or more excerpts were left out of the present version.

[Photo: EPA]

North Korea, one of the last countries in the world with a bureaucratically planned economy, has a new “Supreme Leader” to substitute Kim Jong-Il, who passed away at the end of 2011: the bureaucrat’s own son, Kim Jong-Un. This is the second transition in the leadership of the North Korean state bureaucracy that rests upon Kim’s family. The Kims and the whole layer of privileged state bureaucrats that they represent have one of the most tightly controlling regimes of the world. At the same time, the hatred of the bourgeois media against North Korea is not due to that. Capitalists – from New York to Paris, from London to Tokyo – have never refrained from giving support to many tyrannical governments, as long as they were subservient to them. Their intrinsic hate against North Korea, and their strong support to the South Korean capitalists, is explained by the class structure of that country.

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Falsa acusação da Liga Quarta-Internacionalista do Brasil contra o Reagrupamento Revolucionário

No último dia 03 de maio, o Reagrupamento Revolucionário enviou uma carta à  Liga Quarta-Internacionalista do Brasil (LQB) e ao Internationalist Group dos EUA (IG) –  ambos membros da Liga pela Quarta Internacional / League for the Fourth International – solicitando a correção de uma falsa acusação feita contra nós em um recente artigo da LQB, no qual afirmam que capitulamos à candidatura liberal-burguesa de Marcelo Freixo (PSOL) a prefeito do Rio de Janeiro na eleições passadas. Como a LQB / IG optou por nos ignorar, ao invés de corrigirem seu erro, publicamos tal carta para que prevaleça a verdade quanto à nossa posição. Reforçamos que não é através de calúnias que se realizará o necessário debate entre a esquerda.

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New sections on our anglophone historical archive

We added two new sections to our anglophone historical archive:

CHINA

POLAND and Solidarnosc

Balanço do dia 28 de abril

28 de abril: o que foi e como impedir que tenha sido em vão

Maio de 2017

Imagem: G1

O dia 28 de abril no Brasil foi significativo como o dia em que a classe trabalhadora entrou em ação com seus métodos históricos de luta (paralisações, piquetes, bloqueios de rodovia) audaciosamente contra a onda de ataques de Temer e do Congresso (“Reforma trabalhista”, “Reforma da Previdência” e lei da terceirização). A lista das categorias paralisadas é impressionante: muitos setores industriais, do transporte, do comércio e de serviços básicos cruzaram os braços e saíram às ruas [1]. Segundo estimativas gerais, no mínimo 30 milhões teriam deixado de trabalhar (a CUT diz 35mi, a Força Sindical 40mi). E, por mais que os dados ainda estejam muito incompletos, seguramente muito mais de um milhão tomou as ruas em todo o país, incluindo todas as capitais. Diante disso, surge a oportunidade de derrotar os ataques da classe dominante contra os trabalhadores, e que estes emerjam como fator político no vácuo de poder (“crise de representatividade”) que vive o país, espaço que até então vinha sendo ocupado apenas pela direita organizada e aspirantes a “salvador da pátria” [2].

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International statement – In Defense of Syria, China and North Korea

US Imperialism Strikes Again

In Defense of Syria, China and North Korea! Only an international socialist revolution can guarantee peace!

Originally published in Portuguese on April 23, 2017.

On April 6, Trump ordered a missile attack against a Syrian military base. It was the first American attack against a Syrian government target, since until now the United States had been bombing only targets of the fundamentalist group Islamic State. Trump’s decision came after statements by the US intelligence service, quickly reproduced by major media outlets around the world, that Assad’s government was responsible for a chemical attack that killed about 80 people in the Idlib province – which the Syrian government denies, blaming the armed opposition instead. While it is impossible to know at the moment which statement is true, the imperialists are experts in making excuses to justify attacks and military actions against other countries – as in the case of Iraq’s nonexistent “weapons of mass destruction”.

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Declaração internacional – Defender a Síria, China e Coreia do Norte!

O imperialismo americano estica suas garras

Defender a Síria, China e Coreia do Norte! Para garantir a paz, lutar pela revolução socialista internacional!

Abril de 2017

Em 6 de abril, Trump realizou um ataque com mísseis contra uma base militar síria. Trata-se do primeiro ataque americano contra um alvo do governo sírio, dado que, até o momento, os Estados Unidos vinham realizando bombardeios apenas contra alvos do grupo fundamentalista Estado Islâmico. A decisão de Trump se deu após afirmações do serviço secreto americano, rapidamente repercutidas pelas grandes empresas de mídia mundo afora, de que o governo Assad seria o responsável por um ataque com gases químicos que matou cerca de 80 pessoas na província de Idlib – responsabilidade essa que o governo sírio nega, culpando a oposição armada a seu regime. Embora seja impossível saber no momento qual afirmação é a verdadeira, os imperialistas são especialistas em inventar desculpas para justificar ataques e empreitadas militares em outros países – lembremos das inexistentes “armas de destruição em massa” do Iraque.

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“O caminho é a luta e não as eleições”: novo giro do PSTU

O caminho é a luta e não as eleições”: novo giro do PSTU

Cartaz utilizado pelo PSTU

Por Pablo Pedrosa, abril de 2017

Ziguezagues entre uma linha reformista e uma com aparências de revolucionária são a marca maior de organizações centristas. Depois de passar mais de um ano bradando por “Eleições Gerais para por para fora todos os corruptos”, o PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados) parece ter abandonado essa palavra de ordem, que já não aparece em seus textos principais desde os fins de 2016. Em recente editorial do jornal Opinião Socialista, o partido simplesmente se esqueceu de seu passado recente e defendeu que:

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English Historical Documents Section Update

We call our readers’ attention to the recent additions to our Historical Documents section:

Another Cuba? What Next for Nicaragua?
For Workers and Peasants Government – Not Bourgeois Sandinista Junta!
Spartacist League, August 1979

SWP/USec Criminal Tailism
[Iran:] History Takes its Vengeance
Spartacist League, September 1979