Falsa acusação da Liga Quarta-Internacionalista do Brasil contra o Reagrupamento Revolucionário

No último dia 03 de maio, o Reagrupamento Revolucionário enviou uma carta à  Liga Quarta-Internacionalista do Brasil (LQB) e ao Internationalist Group dos EUA (IG) –  ambos membros da Liga pela Quarta Internacional / League for the Fourth International – solicitando a correção de uma falsa acusação feita contra nós em um recente artigo da LQB, no qual afirmam que capitulamos à candidatura liberal-burguesa de Marcelo Freixo (PSOL) a prefeito do Rio de Janeiro na eleições passadas. Como a LQB / IG optou por nos ignorar, ao invés de corrigirem seu erro, publicamos tal carta para que prevaleça a verdade quanto à nossa posição. Reforçamos que não é através de calúnias que se realizará o necessário debate entre a esquerda.

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New sections on our anglophone historical archive

We added two new sections to our anglophone historical archive:

CHINA

POLAND and Solidarnosc

Balanço do dia 28 de abril

28 de abril: o que foi e como impedir que tenha sido em vão

Maio de 2017

Imagem: G1

O dia 28 de abril no Brasil foi significativo como o dia em que a classe trabalhadora entrou em ação com seus métodos históricos de luta (paralisações, piquetes, bloqueios de rodovia) audaciosamente contra a onda de ataques de Temer e do Congresso (“Reforma trabalhista”, “Reforma da Previdência” e lei da terceirização). A lista das categorias paralisadas é impressionante: muitos setores industriais, do transporte, do comércio e de serviços básicos cruzaram os braços e saíram às ruas [1]. Segundo estimativas gerais, no mínimo 30 milhões teriam deixado de trabalhar (a CUT diz 35mi, a Força Sindical 40mi). E, por mais que os dados ainda estejam muito incompletos, seguramente muito mais de um milhão tomou as ruas em todo o país, incluindo todas as capitais. Diante disso, surge a oportunidade de derrotar os ataques da classe dominante contra os trabalhadores, e que estes emerjam como fator político no vácuo de poder (“crise de representatividade”) que vive o país, espaço que até então vinha sendo ocupado apenas pela direita organizada e aspirantes a “salvador da pátria” [2].

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International statement – In Defense of Syria, China and North Korea

US Imperialism Strikes Again

In Defense of Syria, China and North Korea! Only an international socialist revolution can guarantee peace!

Originally published in Portuguese on April 23, 2017.

On April 6, Trump ordered a missile attack against a Syrian military base. It was the first American attack against a Syrian government target, since until now the United States had been bombing only targets of the fundamentalist group Islamic State. Trump’s decision came after statements by the US intelligence service, quickly reproduced by major media outlets around the world, that Assad’s government was responsible for a chemical attack that killed about 80 people in the Idlib province – which the Syrian government denies, blaming the armed opposition instead. While it is impossible to know at the moment which statement is true, the imperialists are experts in making excuses to justify attacks and military actions against other countries – as in the case of Iraq’s nonexistent “weapons of mass destruction”.

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Declaração internacional – Defender a Síria, China e Coreia do Norte!

O imperialismo americano estica suas garras

Defender a Síria, China e Coreia do Norte! Para garantir a paz, lutar pela revolução socialista internacional!

Abril de 2017

Em 6 de abril, Trump realizou um ataque com mísseis contra uma base militar síria. Trata-se do primeiro ataque americano contra um alvo do governo sírio, dado que, até o momento, os Estados Unidos vinham realizando bombardeios apenas contra alvos do grupo fundamentalista Estado Islâmico. A decisão de Trump se deu após afirmações do serviço secreto americano, rapidamente repercutidas pelas grandes empresas de mídia mundo afora, de que o governo Assad seria o responsável por um ataque com gases químicos que matou cerca de 80 pessoas na província de Idlib – responsabilidade essa que o governo sírio nega, culpando a oposição armada a seu regime. Embora seja impossível saber no momento qual afirmação é a verdadeira, os imperialistas são especialistas em inventar desculpas para justificar ataques e empreitadas militares em outros países – lembremos das inexistentes “armas de destruição em massa” do Iraque.

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“O caminho é a luta e não as eleições”: novo giro do PSTU

O caminho é a luta e não as eleições”: novo giro do PSTU

Cartaz utilizado pelo PSTU

Por Pablo Pedrosa, abril de 2017

Ziguezagues entre uma linha reformista e uma com aparências de revolucionária são a marca maior de organizações centristas. Depois de passar mais de um ano bradando por “Eleições Gerais para por para fora todos os corruptos”, o PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados) parece ter abandonado essa palavra de ordem, que já não aparece em seus textos principais desde os fins de 2016. Em recente editorial do jornal Opinião Socialista, o partido simplesmente se esqueceu de seu passado recente e defendeu que:

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English Historical Documents Section Update

We call our readers’ attention to the recent additions to our Historical Documents section:

Another Cuba? What Next for Nicaragua?
For Workers and Peasants Government – Not Bourgeois Sandinista Junta!
Spartacist League, August 1979

SWP/USec Criminal Tailism
[Iran:] History Takes its Vengeance
Spartacist League, September 1979

El golpe de Estado en Paraguay (2012)

El golpe de Estado en Paraguay

Originalmente publicado en portugués en julio del 2012, como “Acerca de los recientes eventos en Paraguay”.

Uno de las muchas protestas contra el golpe contra Fernando Lugo [blog Paraguay coltra el Golpe]

ERRATUM (04/03/2017): A pesar de la posición fundamentalmente correcta de oponerse a la destitución de Fernando Lugo (por ser un movimiento reaccionario de la burguesía paraguaya) sin dar ningún apoyo político al entonces presidente del gobierno, o al movimiento por su regreso al poder, nuestro texto es un poco vago acerca de la caracterización del proceso. Al igual que hicimos inicialmente en el juicio político de Dilma Rousseff en Brasil en 2016, no caracterizamos la medida como un golpe de Estado, porque hemos considerado erróneamente que esto implicaba necesariamente un movimiento de las fuerzas armadas (tal como se expresa en el texto).

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Partido Obrero (Argentina) e a colaboração de classes com a burguesia

Partido Obrero (Argentina) e a colaboração de classes com a burguesia

Por Icaro Kaleb

Partido Obrero em Buenos Aires, 2006 [Foto: Candelaria Lagos/Télam]

O artigo que segue foi originalmente publicado em fevereiro de 2013, como parte de uma polêmica sobre as incoerências do Partido da Causa Operária (PCO, Brasil) ao criticar outras organizações brasileiras por capitularem a governos e coligações eleitorais de colaboração de classes, ao mesmo tempo em que reivindicam como correto o apoio que eles próprios deram à coligação encabeçada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) nas eleições presidenciais de 1989 e 1994, a qual já agregava alguns setores significativos da burguesia [1]. Nessa polêmica, apontávamos as raízes dessa capitulação do PCO à colaboração de classes no legado programático do Partido Obrero da Argentina, dirigido por Jorge Altamira, com o qual o PCO manteve relações por muitos anos [2]. Pequenas modificações foram feitas para a publicação desse texto como material separado do restante do original.

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Partido Obrero (Argentina) y la colaboración de clase con la burguesía

Partido Obrero (Argentina) y la colaboración de clase con la burguesía

Por Icaro Kaleb

Partido Obrero en Buenos Aires, 2006 [Foto: Candelaria Lagos/Télam]

El artículo que sigue fue originalmente publicado en portugués, el mes de  febrero del 2013, como parte de una polémica sobre las incoherencias del Partido da Causa Operária (PCO, Brasil) al criticar a otras organizaciones brasileras por capitular a gobiernos y coligaciones electorales de colaboración de clases, al mismo tiempo en que reivindican como correcto el apoyo que ellos mismos dieron a la coligación encabezada por el Partido de los Trabajadores (PT, que gobernó el Brasil del 2003 hasta el golpe del 2016) en las elecciones presidenciales de 1989 y de 1994, la cual ya agregaba a algunos sectores significativos de la burguesía [1]. En esa polémica, apuntábamos las raíces de esa capitulación del PCO a la colaboración de clases en el legado programático del Partido Obrero de la Argentina, dirigido por Jorge Altamira, con el cual el PCO mantuvo relaciones por muchos años [2]. Pequeñas modificaciones fueron hechas para la publicación de ese texto como material separado del restante del original.

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A resposta da esquerda dos EUA a Trump e as eleições de 2016

A resposta da esquerda dos EUA a Trump e as eleições de 2016

Colaboração de classes e a importância do programa revolucionário

Por Joseph Donnelly, originalmente publicado em inglês em março de 2017.

Protesto anti-Trump em Los Angeles, 12 de novembro de 2016 [Foto: laweekly.com]

Em 20 de janeiro, Donald J. Trump fez seu juramento para se tornar o 45º Presidente dos Estados Unidos. Sua campanha eleitoral, lançada formalmente em 16 de junho de 2015, se tornou o centro das atenções de muitos ativistas políticos, preocupados com os rumos do país sob sua gestão. Para muitos apoiadores do Partido Democrata, bem como de outros agrupamentos liberais, Donald Trump aparentou ser uma ótima forma de agregar pessoas à sua causa – segundo eles, se você não escolher um liberal Democrata (como Hillary Clinton), você estará escolhendo Trump. Já fazem pelo menos uns cem anos que os revolucionários tem se confrontado com esse tipo de lógica, de escolher o “mal menor”. E nós sempre apontamos que se trata de um argumento para dar apoio a forças burguesas – levando a desarmar e a desmobilizar a independência das lutas de classes. Ainda assim, muitas pessoas e organizações que se reivindicam revolucionárias caem nesse conto.

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Revista Reagrupamento Revolucionário n. 09

É com alegria que anunciamos a nossos leitores e leitoras o lançamento de mais uma edição da revista Reagrupamento Revolucionário. É possível ler online, através dos links do sumário abaixo, baixar a versão PDF, ou obter a versão impressa com nossos militantes. Boa leitura!

Reagrupamento Revolucionário n. 09
Download (PDF)

LEIA ONLINE


CONFIRA TAMBÉM, APENAS EM NOSSO SITE:

The Response of the U.S. Left to Trump and the 2016 Election

The Response of the U.S. Left to Trump and the 2016 Election

Class Collaborationism and the Importance of Revolutionary Program

By Joseph Donnelly, March 2017.

Anti-Trump march in Los Angeles, November 12, 2016 [Photo: laweekly.com]

On January 20th, Donald J. Trump was sworn in to become to the 45th President of the United States. Formally launched on June 16, 2015, Donald Trump’s campaign had been the center of many political activists’ attention who worry about what Trump’s America would look like. For many Democrats and other liberal political bodies, Donald Trump seemed to be the perfect rallying cry to their cause – if you don’t choose the liberal Democrat (like Hillary Clinton), you’re choosing Trump, or so the argument goes. Revolutionaries, like ourselves, have dealt with this “lesser evil” argument for hundreds of years. And always, we state, it is an argument for giving political support to bourgeois forces, leading to the disarming and demobilization of independent class struggles. Still, many nominally revolutionary persons and organizations give into it.

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A esquerda ante a crise brasileira

Estratégia revolucionária versus ilusões na institucionalidade burguesa

A esquerda ante a crise brasileira

Por Icaro Kaleb e Marcio Torres, março de 2017.

Protesto pelo “Fora Temer” na Av. Paulista (São Paulo), 04 de setembro de 2016. Na foto é possível ver faixas de diferentes grupos, com alguns dos eixos aqui debatidos. [foto: Portal da RMC]

Recentemente nós do Reagrupamento Revolucionário publicamos um artigo de análise da atual conjuntura nacional, que é marcada, de um lado, por uma profunda crise política nas instituições burguesas, com lutas intestinas ocorrendo nos bastidores, e, por outro, pela existência de uma sólida “frente única” da burguesia e seus representantes institucionais em relação aos duros ataques à classe trabalhadora. Também abordamos elementos preocupantes, como o crescimento da extrema direita, e a ausência até o momento de um instrumento capaz de unificar e expandir a resistência proletária e popular a tais ataques. Em tal artigo, realizamos algumas polêmicas pontuais com análises e posições da esquerda das quais discordamos e apresentamos o que encaramos serem os elementos básicos de um programa classista e revolucionário ante a atual conjuntura. (Ver A crise política brasileira e a necessidade de um programa classista e revolucionário, fevereiro de 2016: https://rr4i.milharal.org/2017/02/16/a-crise-politica-brasileira-e-a-necessidade-de-um-programa-classista-e-revolucionario/).

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8 de Março | Coletânea “Marxismo & Emancipação da Mulher”

Nesse 8 de março, leia e divulgue nosso livreto COLETÂNEA MARXISMO & EMANCIPAÇÃO DA MULHER, que contém materiais do RR e de organizações revolucionárias cujo legado histórico nós reivindicamos:

Download (PDF 3,5 MB)

Conteúdo Online:
Marxismo, feminismo e a libertação da mulher (TBI, 1997)
Sobre marxismo e feminismo (RR, 2009)
Garota de 17 anos morre de aborto (SWP, 1958)
Feminismo e pânico moral (TBI, 1986)
Debate com o PSTU sobre as “delegacias da mulher” (RR, 2013)
As mulheres e a Revolução Permanente (SL, 1973)
O Comunismo e a família (Alexandra Kollontai, 1920)
O Termidor no lar (Leon Trotsky, 1936)

A Biografia da Liquidação (1953)

A biografia da liquidação

2ª Conferência Internacional da Quarta Internacional (Paris, 1946). Nesse encontro foram assentadas as bases para a reorganização do movimento no pós-guerra, incluindo algumas das confusões teóricas e analíticas que mais tarde se desdobraram em profundas polêmicas, como sobre a caracterzação do Leste Europeu. Da esquerda para direita: Pierre Favre (PCI francês), Sal Santen (RCP holandês), Pierre Frank (PCI francês), Jock Haston (RCP inglês), Colin de Silva (LSSP cingalês) e Grandizo Munis (grupo espanhol exilado).

[Um dos principais documentos da “Tendência Vern-Ryan” do SWP dos EUA. Escrito por Dennis Vern em 26 de fevereiro de 1953, esse material foi originalmente publicado no vol. 15, n. 5 (p. 18-36) do Boletim Interno (Internal Bulletin) do SWP, em março de 1953. Possuímos um acordo geral com a posição do autor sobre os acontecimentos do pós-Segunda Guerra e a caracterização da burocracia stalinista, assim como sua crítica aos erros da direção da Quarta Internacional e do SWP. Porém, não aderimos acriticamente a todos os argumentos ou formulações secundários do texto. Para uma síntese das posições internas da Quarta Internacional diante da crise que é abordada neste artigo, veja O movimento trotskista internacional e as revoluções do pós-guerra (1944-63). Documento traduzido pelo Reagrupamento Revolucionário em fevereiro de 2017 a partir da versão original em inglês, disponível em: https://www.marxists.org/history/etol//document/swp-us/idb/swp-1946-59/v15n05-1953-ib.pdf]

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Liga Espartaquista (EUA) na beira do penhasco – que os trotskistas saiam já! (1985)

A estrada para Jimslândia

Liga Espartaquista (EUA) na beira do penhasco – que os trotskistas saiam já!

Foto dos “Vingadores Vermelhos” publicada no jornal Young Spartacus de dez.1984/jan.1985

[Artigo originalmente publicado no Boletim da Tendência Externa da tendência Espartaquista Internacional (ET/iSt) n. 4, de maio 1985, pelo grupo que daria origem à Tendência Bolchevique (hoje Tendência Bolchevique Internacional, TBI). Tradução para o português realizada pelo Reagrupamento Revolucionário em fevereiro de 2017 a partir da versão disponível em http://www.bolshevik.org/ETB/Rtj.html ]

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A crise política brasileira e a necessidade de um programa classista e revolucionário

A crise política brasileira e a necessidade de um programa classista e revolucionário

Fevereiro de 2017

Grande manifestação em Brasília dezembro passado, contra a PEC 241/55, duramente reprimida [foto: ASFOC]

[Pequenas alterações e correções neste texto foram realizadas no dia 18/02/2017]

Está consolidado o golpe de Estado realizado pelo Congresso e Judiciário, com auxílio chave da Polícia Federal. O golpe claramente veio para, dentre outras coisas, aprofundar em ritmo e intensidade os ataques à classe trabalhadora, os quais já haviam se iniciado sob a gestão de Dilma e do PT. A conclusão prática é que, pelo menos pelo próximo período político, a luta central deverá ter caráter defensivo, com o objetivo de resistir a tais ataques. Qualquer ilusão na possibilidade de anulação do impeachment de Dilma, ou ainda uma tentativa de emplacar um “volta Dilma” (como o que deseja o Partido da Causa Operária, PCO [1]) não só será infrutífera, como desviará criminosamente o foco da luta contra tais ataques.

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NOVO EMAIL | NEW EMAIL | NUEVO CORREO ELECTRÔNICO

[PORTUGUÊS]
Gostaríamos de informar nossos leitores que trocamos nosso endereço de e-mail para rr-4i@krutt.org
Esse novo e-mail está hospedado no autistici.org, um provedor de serviços de e-mails seguros para coletivos e grupos de esquerda.
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[ENGLISH]
We would like to inform our readers that we switched our e-mail address to
rr-4i@krutt.org
This new e-mail is hosted at autistici.org, an e-mail service provider for letf-wing groups.
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[ESPAÑOL]
Nos gustaría informar a nuestros lectores que cambiamos nuestra dirección de correo electrónico a rr-4i@krutt.org
Este nuevo correo electrónico está alojado en autistici.org, un proveedor de servicios de correo electrónico para grupos de izquierda.

Postagem de ano novo | New year’s eve post | Post de año nuevo

Seguindo nossa tradição, todo final de ano postamos um material histórico de estímulo à determinação e à vontade revolucionária de nossos militantes, apoiadores e simpatizantes. Esse ano escolhemos um trecho da autobiografia de Leon Trotsky (Minha Vida, 1930) no qual o revolucionário fala de seu exílio forçado, do significado histórico da Revolução Soviética e de seu destino pessoal. Acesse clicando aqui: O Planeta sem Visto – Leon Trotsky (1930).

Following our tradition, every new year’s eve we post a historical material dedicated to the revolutionary will and determination of our members, supporters and sympathizers. This year we chose an excerpt of Leon Trotsky’s autobiography (My Life, 1930) in which the revolutionary deals with his forced exile, the historical meaning of the Soviet Revolution and his personal fate. Access by clicking here: The Planet Without a Visa – Leon Trotsky (1930).

Seguiendo nuestra tradición, cada fin de año publicamos un material histórico de estímulo a la determinación y la voluntad revolucionaria de nuestros miembros, apoyadores e simpatizantes. Este año eligimos un extracto de la autobriografia de Leon Trotsky (Mi Vida, 1930), en que el revolucionario trata de su exilio forzado, del significado histórico de la Revolución Soviética y de su destino personal. Para accesar, hace clic aqui: El Planeta sin Visado – Leon Trotsky (1930).