Live do Reagrupamento Revolucionário – 3/3 – 20h

Evento online do Reagrupamento Revolucionário e do Coletivo Educação Socialista. O tema será a tentativa de reabertura das escolas em meio ao auge da pandemia e as greves pela vida dos educadores. A live será no dia 3 de março (quarta-feira) às 20 horas (horário de Brasília). Incluirá relato de educadores nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Será realizada por transmissão no nosso canal do Youtube no link: https://www.youtube.com/watch?v=KNKQwsa9UUY . Participe com perguntas e comentários!

Boletim Educação Socialista n. 01

Está disponível a primeira edição do Boletim Educação Socialista, uma ferramenta de intervenção nas lutas da educação. Ele é construído por professores e estudantes de diferentes partes do país e está aberto a contribuições daqueles identificados com nossas propostas. Se você tem acordo e deseja atuar junto conosco contribuindo com a construção do Boletim, entre em contato pelo e-mail besocialista@krutt.org e compartilhe o material com seus colegas.

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Vídeos de formação política e histórica (Canal do RR no YouTube)

Recentemente, publicamos vários vídeos de formação política e histórica em nosso canal do YouTube. Acesse aqui o link por tema. Inscreva-se no nosso canal para acompanhar as próximas atualizações!

História da Revolução Soviética (série de 3 vídeos)
O que é o stalinismo?
Revoluções asiáticas do pós-Segunda Guerra
Fragmentação da Quarta Internacional e crise do trotskismo

Balanço das discussões com o grupo Bolchevique da Ásia Oriental

No final de 2018, um camarada do Reagrupamento Revolucionário contatou membros do grupo Bolchevique da Ásia Oriental (Bolshevik East Asia — BEA), que havia rompido com a Tendência Bolchevique Internacional (IBT), em uma tentativa de entender melhor algumas de suas diferenças com os outros dois lados do rompimento em três partes da IBT. Sobre tal rompimento, veja (em inglês): https://bolsheviktendency.org/2019/04/13/why-things-fell-apart/

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Organizar um Núcleo Marxista Proletário Internacional

Plataforma Programática do Reagrupamento Revolucionário
Setembro de 2020

ÍNDICE

O período histórico em que vivemos

A necessidade de um grupo militante de propaganda

Partido e movimento

O movimento sindical

A questão ambiental e a questão da terra

Os movimentos contra as opressões

O marxismo e o Estado

O proletariado e a democracia burguesa

Imperialismo

Revolução Permanente

Os Estados proletários burocratizados e as tarefas da época de transição

A herança teórica e programática que reivindicamos

Mateusz Malesa, Presente!

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É com o coração pesado que registramos que, após anos de luta contra a depressão, o simpatizante polonês do Reagrupamento Revolucionário, camarada Mateusz Malesa (que usava os pseudônimos de Félix Domański e M. Krakowski), tirou a própria vida com a idade de 25 anos. Ele será lembrado entre outras coisas por seu humor, inteligência e sagacidade política. Um trotskista declarado, ele lutou arduamente até o fim de sua vida pelo projeto da revolução proletária, mesmo na monstruosa maré reacionária da Polônia. Deixará muita saudade.

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Panfleto distribuido no ato contra o aumento das tarifas de ônibus no Rio de Janeiro

Panfleto distribuído pelo Reagrupamento Revolucionário no ato contra o aumento das tarifas de ônibus no Rio de Janeiro no dia 08 de janeiro de 2016. Além de falar das passagens, o panfleto também discute o impeachment chamado contra Dilma Rousseff e os ataques realizados pelo governo e pela burguesia contra a classe trabalhadora no ano de 2015.
 

R$ 3,80 é um assalto! Tarifa zero em todos os meios de transporte para toda a região metropolitana! Expropriação das companhias de transporte sob controle de funcionários e usuários!

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Testamento de Leon Trotsky (fevereiro de 1940)

Seguindo nossa tradição, todo final de ano postamos um material histórico de estímulo à determinação e à vontade revolucionária de nossos militantes, leitores e simpatizantes. O presente texto é considerado o testamento de Leon Trotsky, que foi atacado por um agente stalinista no dia 20 de agosto de 1940, vindo a falecer no dia seguinte. Ele foi escrito alguns meses antes do ocorrido, quando Trotsky sentia que sua saúde estava se deteriorando. Aos 75 anos de sua morte, continua a ser um texto inspirador, de forte otimismo revolucionário. Esta versão foi copiada de marxists.org.


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James Cannon e o pablismo

Uma análise dos discursos de James P. Cannon
[Originalmente publicado em Workers Vanguard No. 28, de 14 de setembro de 1973. Traduzido para o português pelo Reagrupamento Revolucionário em novembro de 2015]
A publicação de discursos e cartas de James Cannon relativos à luta fracional ocorrida no SWP em 1952-1953 [Speeches to the Party. Nova York: Pathfinder Press, 1973], documentos anteriormente disponíveis apenas em velhos boletins internos SWP, é um evento político importante por duas razões. Em primeiro lugar, esses escritos destacam a enorme força de Cannon como um defensor dos princípios do programa trotskista durante tempos difíceis, tais como o desmoralizante período do macartismo. (Eles também revelam lacunas consideráveis ​​ em seu fracasso em lançar em tempo hábil uma luta fracional internacional contra o liquidacionismo pablista – o que também facilitou o caminho para a degeneração qualitativa do SWP dez anos depois). Em segundo lugar, a publicação pelo SWP dos documentos de Cannon de 1952-53 (juntamente com o seu livreto sobre a história da cisão com Pablo, a reimpressão de artigos Trotsky sobre o terrorismo publicados no The Militantetc.) neste momento, com as diferenças sobre a guerra de guerrilha ameaçando explodirem o pseudo-trotskista “Secretariado Unificado”, é claramente parte da preparação para um racha entre apoiadores da maioria europeia centrista e da minoria reformista liderada pelo SWP.

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O significado histórico da “Nova Democracia” maoista

E uma polêmica com o jornal A Nova Democracia
 

Marcio Torres e Rodolfo Kaleb, novembro de 2015

Em certo sentido o presente artigo e seu apêndice são complementos à nossa polêmica Qual revisionista veio primeiro: Kruschev ou Stalin?, de outubro de 2014. Sugerimos a leitura conjunta desses materiais.

 

O maoismo, seguindo sua herança stalinista, historicamente defendeu a realização de alianças políticas com setores da burguesia para supostamente defender interesses dos trabalhadores. A condução da terceira revolução chinesa, na qual o Partido Comunista Chinês liderado por Mao chegou ao poder, foi um episódio efêmero de rompimento político com a burguesia, na figura do partido nacionalista Kuomintang (KMT), uma aliança que havia sido proposta pelo Kremlin nos anos da segunda revolução chinesa (1925-27) e que foi retomada a partir do VII Congresso da Internacional Comunista, em 1935.

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Por uma greve unificada, combativa e aliada aos terceirizados! (panfleto)

Por uma greve unificada, combativa e aliada aos terceirizados!
Junho de 2015
O presente panfleto tem sido distribuído por militantes do Reagrupamento Revolucionário em atividades de greve da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na qual estudantes  e técnicos administrativos paralisaram suas atividades desde fins de maio.

Na assembleia do dia 28 de maio, cerca de mil e quinhentos estudantes aprovaram a deflagração de uma greve estudantil na UFRJ. Essa greve se soma a lutas que vem ocorrendo por todo o país, contra os ataques à educação pública que tem sido desferidos por Dilma/Levy e pela maioria dos governos estaduais e municipais, como parte do “ajuste fiscal” em prol dos empresários e patrões (os quais seguem lucrando cifras estonteantes). Apesar de muitos docentes da UFRJ (em especial aqueles que ganham volumosas somas com pesquisas e financiamentos privados) acharem que, mesmo com todos os ataques e cortes orçamentários, não há motivos para uma greve nas universidades, a mobilização nos Institutos Federais de Educação segue crescendo nacionalmente, com adesão de professores/estudantes/técnicos administrativos e se tornando um importante movimento de resistência e reivindicação.

Nesse contexto, a pauta aprovada por nossa assembleia é bastante avançada, pois integra os interesses dos estudantes aos dos trabalhadores, dentro e fora da universidade: nossa greve será não só em prol da usual exigência por mais verbas para educação pública, mas também para que essa verba seja investida no sentido de ampliar a entrada de estudantes advindos de famílias trabalhadoras, via aumento das cotas (uma insuficiente, mas importante brecha no filtro nefasto que é o vestibular/ENEM), e principalmente de garantir que eles possam permanecer na universidade, através de assistência estudantil ampla e de qualidade. A pauta inclui ainda a importante demanda defendida por nós do Reagrupamento Revolucionário [ver vídeo abaixo] em prol da incorporação dos trabalhadores terceirizados aos quadros de funcionários públicos da universidade, como a melhor forma de lhes garantir condições decentes em termos de direitos trabalhistas e salários.

Assembleia estudantil que aprovou a greve discente na UFRJ (28/mai)

Mas não podemos nos esquecer que essa greve que se inicia na sequência de uma importante mobilização que culminou na ocupação da Reitoria por oito dias e que chegou a paralisar boa parte dos cursos, em prol de assistência estudantil e pagamento dos terceirizados que estavam sem receber. E é central tirarmos as lições dessa luta recente para sermos vitoriosos, pois ao contrário do que tem dito os coletivos estudantis à frente do DCE, as conquistas obtidas foram muito parciais ou mesmo abstratas: muitos terceirizados seguem sem receber seu salário de meses anteriores e tantos outros tiveram o salário e os vales de abril descontados por conta dos dias em que se recusaram a irem trabalhar. Já as demandas dos estudantes foram respondidas com medidas muito limitadas e com promessas vagas, inclusive muito similares às promessas não cumpridas que a Reitoria já havia feito em 2011, quando também houve grande mobilização estudantil.
 
Além de promessas não significarem nada, nós do Reagrupamento Revolucionário encaramos que, enquanto tiver um trabalhador sequer sem receber nesta universidade, é essencial travarmos uma luta encarniçada em sua defesa. Por isso nós achamos que foi equivocado encerrar a ocupação naquele momento. E muitos estudantes demonstraram pensar o mesmo, conforme apontou a acirrada votação que decidiu pela desocupação (99 a favor, 96 contra). Muitos desses sentem na pele a necessidade de terem alojamento, bandejão e bolsas auxílio para poderem se manter na universidade, e por isso estiveram na linha de frente da luta e com toda razão ficaram revoltados com a posição recuada das correntes que dirigem o DCE, as quais fizeram coro pelo encerramento da ocupação.
 
Para atingirmos uma universidade que seja feita e frequentada pela classe trabalhadora e por seus filhos, e que esteja a serviço dos interesses de tal classe, em especial de seus setores mais precarizados, como os negros e as mulheres, devemos saber concatenar os esforços dos setores em luta e garantir uma postura combativa, promovendo as demandas que atinjam na raiz o projeto privatista e precarizador do governo para a educação. Todavia, durante a ocupação as correntes à frente do DCE se limitaram em torno das demandas mais imediatas, e não se esforçaram para garantir uma mobilização unificada, que realmente impusesse a suspensão das atividades acadêmicas e se aliasse organicamente aos trabalhadores da universidade. Elas sequer chamaram uma assembleia unificada quando alguns cursos começaram a parar [conforme apontamos naquele momento].
 
Na greve de 2012, essas correntes tiveram uma postura muito parecida, e por isso ela também não teve grandes vitórias concretas, tendo sido longa e fraca. Para que isso não se repita, é essencial que se faço aquilo que o DCE não fez na ocasião: construir comitês locais de greve em cada curso e campus, que sejam organicamente articulados com a greve dos técnicos administrativos e com a luta dos terceirizados, na forma de comitês unificados, compostos por delegados eleitos e revogáveis; ir além da imposição da suspensão do calendário acadêmico aos professores anti-greve e organizar boicotes e piquetes contra os que quiserem continuar suas atividades, como maneira fundamental de fortalecer o movimento e evitar retaliações e assédios; formar um comando nacional de greve também unificado, para que as negociações com o MEC tenham mais força. Esses são passos básicos para uma greve vitoriosa!
 
  • Por uma greve estudantil unificada com os demais setores, incluindo terceirizados! Por comitês locais de greve, comitês gerais unificados e por ações de boicote e piquete contra os professores que não respeitem a greve!
  • Impor à Reitoria o cumprimento das promessas de assistência! Não abandonar a luta em prol dos terceirizados e do imediato e integral pagamento de seus salários! Lutar para que os terceirizados sejam integrados à universidade em regime especial! 
  • Por uma universidade com livre acesso, à serviço da classe trabalhadora, de seus filhos e da população negra! Que os patrões paguem pela crise!

Veja a intervenção de um companheiro do Reagrupamento Revolucionário na assembleia que deflagrou a greve discente na UFRJ:

Crise na UFRJ: causas e propostas (panfleto)

Crise na UFRJ: causas e propostas

Reproduzimos a seguir (com pequenas correções), um panfleto distribuído por militantes do Reagrupamento Revolucionário durante ato que ocorreu no dia 21 de maio, durante sessão do Conselho Universitário da UFRJ (órgão máximo de deliberação dessa universidade). A pauta exclusiva da sessão eram as reivindicações do movimento estudantil em prol de assistência estudantil na UFRJ e a Reitoria encontrava-se ocupada havia 8 dias, tendo a ocupação sido encerrado ao final do dia 21 em votação bastante apertada.

 

Maio de 2015.
 

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Coletânea Marxismo & Emancipação da Mulher

mulher
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É com alegria que anunciamos a nossos leitores o lançamento de mais um livreto temático do Reagrupamento Revolucionário, este dedicado à temática da Emancipação da Mulher. Assim como nosso livreto sobre Questão Negra, que recentemente ganhou uma segunda edição revisada, trata-se de uma coletânea de materiais próprios e também históricos (produzidos por organizações cujo legado político reivindicamos), todos os quais abordam o assunto da opressão específica sofrida pelas mulheres sob o capitalismo desde um ponto de vista Marxista e, portanto, revolucionário. O material encontra-se disponível para download em formato PDF ou impresso com nossos militantes. Boa leitura! 

ÍNDICE: Sobre Marxismo e Feminismo (RR, 2009) As Mulheres e a Revolução Permanente (SL, 1974) A juventude do SWP (EUA) sobre a legalização do aborto (1958)Feminismo e Histeria Moral (TBI, 1986)Debate com o PSTU sobre as “delegacias da mulher” (RR, 2013)O Comunismo e a Família (Alexandra. Kollontai, 1920)O Termidor no Lar (Leon Trotsky, 1936)

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